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Três perguntas para Antonio Megale, Presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea)

Publicado em segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Newsletter - 15/10/2018 - 49ª Edição

Tendo a segurança como um dos pilares do setor, com ênfase especial no que diz respeito à preservação da vida dos ocupantes dos veículos, o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, diz que a indústria automobilística está se preparando para atender às diretrizes do Rota 2030, a nova política industrial do setor. Entre as ações estão a introdução de novos itens de segurança em todos os veículos comercializados no Brasil até 2032. Megale destaca, nesta entrevista, que os investimentos para aperfeiçoar os aspectos técnicos de veículos são contínuos.

1) A nova política industrial para o setor automotivo, anunciada pelo governo federal em julho deste ano, tem entre seus principais objetivos o aumento da segurança veicular. O que vem sendo feito pela indústria nessa direção?

A preocupação com a segurança é um dos principais pilares da indústria automobilística brasileira. Os investimentos na melhoria de todos os aspectos técnicos dos veículos são contínuos, com ênfase especial no atendimento às questões de preservação da vida. A nova política industrial, o Rota 2030, traz um calendário de introdução de novos itens de segurança para todos os veículos comercializados no Brasil, seja nacional ou importado, até 2032. É a nossa oportunidade de trazer melhorias para os veículos, aumentar a segurança viária e oferecer mais previsibilidade para que as empresas possam planejar seus investimentos.

2) A Anfavea sempre participa de campanhas que visam à segurança no trânsito. Que iniciativas estão sendo desenvolvidas este ano?

Este ano, a Anfavea apresentou a campanha "Nós somos o trânsito". O objetivo da campanha era mostrar que todos nós somos responsáveis por fazer um trânsito mais seguro. Todas as peças foram integralmente doadas para o Movimento Maio Amarelo para uso livre de diversos públicos em todo o País e a adesão foi muito forte. Tivemos ações de diversas empresas e entidades em praticamente todos os Estados. Foi uma ação bastante positiva e esperamos criar novas campanhas nos próximos anos.

3) As estatísticas do Seguro DPVAT são alarmantes. No primeiro semestre de 2018 foram pagas 169.018 indenizações às vítimas de acidentes de trânsito, sendo a maior parte por invalidez permanente. Como tornar o trânsito brasileiro mais seguro?

Primeiramente, precisamos lembrar que o trânsito pode ser dividido em três grandes áreas: veículos, infraestrutura e pessoas. A indústria automobilística tem feito sua parte no desenvolvimento de novos produtos e tecnologias que auxiliem o condutor durante seu trajeto. Do ponto de vista da infraestrutura, o Brasil também carece de investimento na melhoria das vias e da sinalização. Contudo, infelizmente mais de 90% dos acidentes são causados pelo fator humano, o que indica a necessidade de mais treinamento e educação, prudência e respeito às leis de trânsito – isso vale para motoristas de qualquer veículo, ciclistas e pedestres. Para tornar o trânsito mais seguro, precisamos de iniciativas que contemplem o conjunto completo.

Clique aqui para acessar o site da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).



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