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Viver Seguro no Trânsito

Nós estamos fazendo nossa parte. E você?
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Categoria: Legislação

Está na hora de você escolher de que lado está

A importância das leis de trânsito, a conscientização dos motoristas e a punição para os infratores sempre são temas de discussão e ganham ainda mais notoriedade em momentos com aumento do número de acidentes, como o fim de ano. Dificilmente, o motorista que nunca teve uma multa grave estará envolvido em um acidente com vítimas fatais. Mas, na maioria absoluta, quando verificamos o histórico dos assassinos do trânsito lá estão diversas multas graves e gravíssimas. Muitos desses irresponsáveis conseguem fugir da punição, deixando um rastro de morte para trás e sem serem identificados. Outros, mesmo quando a culpa é evidente, conseguem protelar as condenações e garantir a prescrição ou penas alternativas.

Como se a dor dos familiares que perderam seus entes queridos pudesse ser paga com um punhado de quilo de feijão, como sempre compara Fernando Diniz, presidente da ONG Trânsito Amigo, que perdeu seu filho num acidente de trânsito causado por alguém que jamais foi punido. Assim como Diniz, cerca de 40 mil famílias choram seus mortos no trânsito todos os anos, conforme atestam os números de indenizações pagas pelo Seguro DPVAT na cobertura de morte.

Muitos dos que atacam as punições aos infratores alegam que precisamos de educação no trânsito e não punições. Sim, a educação no trânsito deve ser constantemente ampliada e propagada. Mas é preciso também lembrar que quem tem habilitação foi preparado e passou pela formação nas autoescolas, recebendo orientações sobre limites de velocidade, os locais em que a ultrapassagem é permitida, significado das sinalizações, etc.

Na Suécia, um dos povos mais educados do mundo, a tolerância com os infratores é zero. Na sociedade brasileira, é preciso assumir em que lado está da segurança do trânsito, e da preservação da vida, e aproveitar o novo ano para uma nova postura no trânsito.


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Austrália lança câmera inteligente que permite identificar condutor com celular ao volante

Quando uma novidade tecnológica em benefício da segurança no trânsito é lançada em algum lugar do mundo, logo compartilhamos por aqui. ;) Muito se fala sobre os perigos de misturar celular e direção, certo? Mas ainda há quem não respeite a lei e dê aquela espiadinha nas mensagens e ligações enquanto dirige. Foi pensando nesses condutores que o estado de Nova Gales do Sul, na Austrália, saiu na frente e implantou uma Inteligência Artificial nos radares. A tecnologia permite identificar e multar motoristas que utilizam celulares enquanto dirigem. :o

O software é um dos pioneiros em identificar o uso indevido de celular ao volante. Ao todo, o sistema contará com 45 câmeras de alta definição capazes de detectar comportamentos suspeitos ao volante como, por exemplo, segurar o celular. Após coletadas, as imagens serão revisadas por um profissional para verificar a veracidade da infração.

As autoridades governamentais decidiram pela instalação do sistema após identificarem mais de 100 mil motoristas usando celulares no trânsito em apenas seis meses de monitoramento. Os novos radares custarão mais de R$ 250 milhões e a tecnologia deve ser adotada por outros estados da Austrália nos próximos meses. A expectativa é que a utilização das câmeras inteligentes reduza em até 30% as mortes no trânsito nos próximos dois anos. Muito bacana, né?

O costume de usar o smartphone enquanto dirige no Brasil não é muito diferente da Austrália, e é uma das principais causas de acidentes de trânsito no país. Pelo Código de Trânsito Brasileiro, não é permitido dirigir com apenas uma mão (com exceção de casos em que o condutor vai mudar de marcha, acionar equipamentos do veículo ou realizar sinais regulamentares de braço). A ação é considerada infração gravíssima, com multa de R$ 293,47, e perda de 7 pontos na carteira de habilitação.

Já pensou se a moda dos radares com inteligência artificial pega por aqui? O que você achou dessa medida? Deixe sua opinião! ;)

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Credibilidade das estatísticas das vítimas de trânsito correm risco

Ao propor o fim do DPVAT, o Governo deixa o país sem a única fonte independente e confiável para sabermos quantos mortos, feridos e inválidos temos no Brasil em decorrência dos acidentes de trânsito. Como os números do DPVAT são baseados em indenizações pagas para os familiares dos mortos ou para as próprias vítimas, são os dados mais próximos da realidade. Inclusive, a metodologia é a mesma em todo o território nacional, permitindo identificar tendências, inclusive por tipo de condutores.

Foi por meio dos dados do Seguro DPVAT que ficou evidente o surgimento de uma geração de inválidos em decorrência de acidentes envolvendo motocicletas: descobrimos que mais de 70% das indenizações por invalidez permanente são pagas há anos aos condutores de motos, veículos que representam ¼ da frota nacional.

Pelos números fornecidos pelo seguro obrigatório sabemos sexo, faixa etária das vítimas fatais e feridas. Nem mesmo os dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF) nos permitem um histórico seguro pois, desde 2015, somente são registrados os acidentes com vítimas, e muitas das ocorrências com lesões leves não são registradas. Em outros casos, as vítimas desenvolvem complicações após o acontecimento e os que aparentemente não apresentam nenhuma lesão, podem, até mesmo, morrer, algum tempo depois do acidente.

Portanto, com o possível fim do DPVAT, ficaremos sem importantes dados de uma fonte independente.


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Já conhece as lombofaixas?

Atravessar a rua é muito mais seguro quando utilizamos a faixa de pedestres, passarelas e respeitamos a sinalização de trânsito. Você já ouviu falar da faixa elevada? Conhecida como lombofaixa, elas não são uma exclusividade brasileira e já são utilizadas em países como Inglaterra, Alemanha, Holanda. Quer saber mais? Acompanhe o nosso post.😉

Para quem ainda não conhece, a faixa de travessia elevada nada mais é que uma junção da faixa de pedestres com uma “lombada”, expressão que faz alusão ao redutor de velocidade. O objetivo para a instalação dessa opção é que os motoristas deem prioridade aos pedestres no momento da travessia, fazendo com que, além de sinalização, haja um fator para diminuição da velocidade.

Cidades que já vem sendo #BonsExemplos ;)

Algumas cidades estão investindo na implementação das lombofaixas como medida de intervenção para a melhoria da acessibilidade e da segurança no trânsito do município. Um dos exemplos é Araraquara, no interior de São Paulo, que irá realizar, em novembro, uma campanha para abordar a questão das faixas elevadas como solução para ampliar a visibilidade dos pedestres e reduzir a velocidade dos veículos. Bacana né?

Outro município paulista que também está apostando na mesma solução é Mogi das Cruzes. Foram instaladas 15 lombofaixas em diversos pontos da cidade.

E você? Já viu alguma lombofaixa na sua cidade? Conta pra gente aqui nos comentários!


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Lei do cinto de segurança completa 22 anos

A lei que torna obrigatório o uso do cinto de segurança por motoristas e passageiros em todo o território nacional completou 22 anos nesta segunda-feira, dia 23/09. A iniciativa é fundamental para a redução do número de vítimas fatais em acidentes e evita ferimentos mais graves causados pelas colisões. No entanto, muitos ainda insistem em não cumprir a regra, pessoal. De acordo com os números do Seguro DPVAT, nos últimos 10 anos, foram pagas mais de 3,4 milhões de indenizações a motoristas e passageiros vítimas de acidentes de trânsito no país. Destes, cerca de 324 mil morreram.

Estatísticas garantem que passageiros que usam corretamente o cinto de segurança têm menos risco de sofrerem lesões graves e mais chances de sobreviverem a um acidente. Mesmo diante dos fatos, de acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde do IBGE, 24% das pessoas admitem não usar o cinto no banco traseiro. Um levantamento realizado pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP) sobre o uso do cinto de segurança nas rodovias revelou também que 70% das vítimas de acidentes morreram sem o item. Ainda de acordo com o estudo, 53% dos passageiros que viajam no banco traseiro, 15% dos passageiros no banco dianteiro e 13% dos motoristas não usam cinto de segurança.

E não é só isso! Dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF) mostram que a falta do cinto de segurança é a terceira infração mais comum nas rodovias brasileiras 😦. Só em 2018, a PRF multou 170 mil pessoas por não usarem o item. No primeiro trimestre de 2019, foram 42 mil, mais do que no mesmo período de 2018.

Deixamos aqui um importante alerta: em uma batida entre veículos com velocidade a apenas 40 km/h, sem o cinto, o motorista pode ser arremessado contra o para-brisas ou para fora do carro. O mesmo pode acontecer com o passageiro, inclusive no banco de trás. Por isso, ao entrar no carro, certifique-se de usar o cinto e lembrar os passageiros de fazerem o mesmo. Além disso, a não utilização do item acarreta em multa e perda de pontos na carteira. Segurança sempre em primeiro lugar!


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Saiba mais sobre as mudanças para obtenção da CNH

Entrou em vigor, no último dia 16/09, a resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que altera as regras para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e as exigências para dirigir ciclomotores. Neste post do Viver Seguro no Trânsito, falamos um pouco das mudanças implementadas. Fique atento!

Para os interessados em tirar a CNH na categoria B (carros), não há mais a exigência do uso dos simuladores, então, eles voltam a ser facultativos nas autoescolas. Com isso, o número de horas/aula cai de 25 para 20, quantidade exigida antes da adoção do equipamento. Apenas no Rio Grande do Sul as aulas em simulador foram mantidas, por meio de uma limitar do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região).

Já os interessados em conduzir ciclomotores de até 50 cilindradas, as "cinquentinhas", não precisarão fazer aulas para realizarem as provas prática e teórica, durante um ano. As aulas só passarão a ser obrigatórias em caso de reprovação. A partir de setembro de 2020, a exigência das aulas volta, porém com um número reduzido de horas: de 20 para 5. Além disso, durante o exame prático, o candidato poderá utilizar seu próprio ciclomotor, desde que o mesmo tenha, no máximo, 5 anos de uso.

Curtiu saber das mudanças? Fique ligado nos posts do blog Viver Seguro no Trânsito e mantenha-se sempre informado. Não esquece de comentar aqui embaixo o que você achou das últimas mudanças implementadas 😉

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Acidentes com motocicletas já respondem por 77% das indenizações do DPVAT

No final de julho (27), celebramos o Dia do Motociclista. Entretanto, o balanço da Seguradora Líder sobre os pagamentos de indenizações do primeiro semestre de 2019 para essa categoria de veículos, com os recursos do DPVAT, não deixam motivos para comemorações. A motocicleta foi o veículo com maior número de indenizações nos primeiros seis meses deste ano, concentrando 77% de todos os sinistros pagos no período. Foram mais de 119 mil indenizações pagas somente com acidentes envolvendo motos, sendo 71% delas, 84.557 para cobertura de invalidez permanente.

Os motociclistas foram as maiores vítimas das indenizações pagas no ano de 2019: dos 88 mil motoristas indenizados, 78.480 eram motociclistas. Quando analisada somente a cobertura por morte, foram 7.130 benefícios contabilizados. As vítimas de acidente envolvendo motocicletas são, em sua maioria, jovens em idade economicamente ativa. No período citado, as vítimas entre 18 e 34 anos, concentraram 49% dos acidentes fatais e 52% dos acidentes com sequelas permanentes. São números que pioram ano após ano e que, agora, ainda podem ser engrossados com as novas alternativas sob duas rodas como, por exemplo, os patinetes elétricos.

O estimulo ao uso de motocicletas é fruto da carência de transporte público, em particular no interior das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do país e foi provocado por um grande equívoco quando, durante a promulgação do Código de Trânsito Brasileiro, em 1997, foi vetada a proibição de motocicletas circularem no corredor, ou seja, entre veículos. Isso estimulou o uso das motos e, inicialmente, o fenômeno da expansão da frota de motocicletas aconteceu nos grandes centros mas, em pouco tempo, os fabricantes perceberam o potencial do interior e, infelizmente, não é possível identificar nenhuma tendência de redução dos acidentes com moto, ao contrário, enquanto a indústria fatura, nossos jovens morrem ou ficam inválidos em decorrências dos acidentes e falta de fiscalização.

Precisamos estimular campanhas educativas dramáticas, mostrando as reais consequências dos acidentes com motocicletas, com a participação das vítimas e seus familiares, para que, principalmente, os jovens reflitam e entendam que invalidez e morte não estão distantes das duas rodas.


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Caminhoneiros continuam morrendo por falta do uso de cinto de segurança

No mês passado, um caminhoneiro de 24 anos perdeu o controle do caminhão e tombou na BR 153, na região dos Campos Gerais do Paraná. Como estava sem o cinto de segurança, ele foi projetado para o lado da janela do carona, rompendo o vidro. Além disso, a carreta tombou sobre o seu corpo. Em outro acidente na BR 163, trecho entre Nova Mutum e Lucas do Rio Verde (MT), dois caminhões colidiram em 26 de junho. O carreteiro sem cinto foi arremessado para fora do veículo e não resistiu aos ferimentos e o outro, apesar do tombamento do seu caminhão, sobreviveu sem nenhum ferimento e atribuiu o ocorrido ao fato de estar utilizando o cinto de segurança.

Segundo estudos da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, o uso do cinto de segurança pode reduzir em até 70% as mortes e lesões graves, mas infelizmente muitos caminhoneiros ainda teimam em não usar. Essa é a categoria que mais morre no exercício da profissão, mas muitos resistem ao utilizar o cinto.

O mesmo ocorre com muitos profissionais que vivem atrás do volante, inclusive taxistas, que muitas vezes dirigem sem usar o cinto. Quem é condutor profissional, tem obrigação em usar o cinto de segurança e fazer com que seus passageiros também usem. Além do mais, a utilização do item, também pode evitar acidente. Numa manobra de risco na estrada ou área urbana, o cinto retém o corpo do motorista junto ao assento, o que permite manter o controle do veículo. Com o corpo solto no banco, o condutor perde facilmente a condição de dirigir.

Apesar de todos os avanços tecnológicos, o cinto de segurança de três pontos inventado pelo engenheiro sueco Nils Bohlin há 60 anos, continua sendo o equipamento que mais salva vidas. Só não usa quem não dá o devido valor a ela.


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Saiba mais sobre regras de acessibilidade no trânsito para pessoas com deficiência

Você sabe como funcionam as leis de trânsito para pessoas com deficiência no Brasil? Além da garantia da acessibilidade e inclusão por meio de legislações, respeitar as limitações do próximo é um ato essencial para viver em sociedade. Neste post, vamos mostrar um pouco do funcionamento das principais regras que visam a inclusão de todos. Acompanhe!

PCDs podem tirar habilitação?

Sim! Pessoas com deficiência que desejam tirar a Carteira Nacional de Habilitação devem recorrer aos Centros de Formação de Condutores, que oferecem as tecnologias necessárias para permitir o aprendizado. Todo o material utilizado em aulas teóricas precisa estar disponível com legendas e tradução em libras. Além disso, autoescolas com frota igual ou superior a dez veículos deverão ter, pelo um menos, um deles adaptado para pessoas com deficiência, com transmissão automática, direção servo-assistida, comandos manuais de acelerador e freio e inversão do pedal de acelerador.

Estacionamento e vagas para deficientes

A vaga especial é um direito assegurado por Lei Federal: 2% do total de vagas precisam estar disponíveis para veículos com credencial e serem próximas ao acesso de pedestres. E fique esperto! Para quem ainda burla essa lei, as consequências são severas. O veículo pode ser removido e o motorista multado como infração grave!

Compra de veículos com isenção de impostos

A isenção também é prevista por lei e é válida para pessoas que possuem o laudo da Receita Federal, assinado por dois médicos credenciados ao SUS (Sistema Único de Saúde). Dependendo da situação, a economia pode chegar a 30%. Algumas montadoras já possuem versões de seus carros adaptados para PCSs, com mudanças nos pedais e volante.

Esses são só alguns dos direitos das pessoas com deficiência no trânsito brasileiro, mas muitas outras regras, além da empatia, são necessárias para que a sociedade possa conviver em segurança. Você já conhecia essas regras? Sabe de mais alguma? Conta pra gente nos comentários como você faz sua parte para garantir a acessibilidade de todos no dia a dia!


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Proteja-se: não esqueça de usar capacete!

O grande número de acidentes de trânsito envolvendo motocicletas em todo Brasil é assustador. Em 2018, somente por morte, foram pagas 18.955 indenizações pagas familiares das vítimas. No total, foram mais de 246 mil indenizações. Além dos cuidados na hora da direção, que outras medidas de segurança são necessárias para mudar essa realidade? Neste post do Viver Seguro no Trânsito, vamos falar um pouco sobre a importância do uso do capacete. Um item fundamental que pode amenizar ou evitar as consequências dos acidentes nas vias.

Utilização prevista por lei!

O Código de Trânsito Brasileiro define a obrigatoriedade do uso de capacete de segurança para condutores e passageiros transportados em motocicletas, motonetas e ciclomotores, independentemente da distância do trajeto percorrido ou da potência do veículo. Não usar capacete, além de colocar a vida em risco, é considerado uma infração gravíssima e pode resultar em multas e até mesmo suspensão direta do direito de conduzir. 😱

Além de ser obrigatório, o item precisa seguir algumas regras impostas pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). A primeira regra é que o capacete precisa ter óculos de proteção ou viseira que estejam entre os padrões cristal, fumê ou light. É necessário ainda que o item contenha adesivos retro refletivos na parte frontal, lateral e traseira e, por fim, um selo do Inmetro que garanta a qualidade do material utilizado.

Segurança a todo momento, para todos!

As motos são as primeiras a serem lembradas quando o assunto é capacete né, galera? Mas vale lembrar que existem outros meios de transporte em que a utilização é de extrema importância para que acidentes com graves consequências sejam evitados. É o caso do patinete, por exemplo que, apesar de não possuir uma lei nacional, em alguns estados já é possível notar uma movimentação em torno da regulamentação desses veículos e na inclusão da utilização do capacete como item obrigatório. Além dos patinetes, as bicicletas também fazem parte do trânsito e a utilização do item de segurança é fundamental para a preservação da vida. 🛴

Menosprezar situações que parecem simples podem gerar graves riscos. No trânsito, na prática de esportes radicais, para trabalhos que precisam de proteção individual e até mesmo durante aquele passeio de final de semana, não subestime a vida: use capacete!


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